domingo, 7 de dezembro de 2008

Projeto Escola no campo




A escola participa já a quatro anos do projeto escola no campo, da COCAMAR, direcionado a 5ª série, com a finalidade de auxiliar os alunos que residem no campo a lidarem de forma sustentável com o meio ambiente. Dentre as várias atividades que se realiza no decorrer do ano letivo para concretizar o projeto, há sempre no final do ano a proposta da confecção de um cartão de natal com temáticas relacionadas a preservação do meio ambiente.São escolhidos cinco desenhos entre as escolas que participam deste projeto em Maringá e região e os ganhadores recebem como prêmio uma bicicleta. A aluna Ana Paula Chapan, foi esse ano umas das vencedoras. Parabéns!

domingo, 30 de novembro de 2008

Encontro Literário






A Secretaria da Educação do município de Maringá, com o objetivo de proporcionar o hábito da leitura e desenvolver ações que atraiam novos leitores, organizou no mês de novembro, precisamente nos dias 27 e 28, o Encontro Literário. O evento foi aberto por um grupo de alunos nossos, que no horário da entrada, recreio e saída, tiveram a iniciativa de organizar um teatro. A história escolhida e encenada por eles foi a da “A Branca de Neve e os sete anões”. Tudo começou com a proposta da aluna Patricia Miguel Zeponi, que incentivada por sua mãe, chegou a escola, conversou com algumas amigas, escolheram a história, pediram a direção da escola o espaço do salão para os ensaios. No decorrer dos ensaios foram decidindo sobre o figurino, quem seriam os personagens, o cenário. Todos os detalhes foram planejados e concretizados por eles. Um aspecto interessante foi a formação deste grupo, ele é composto por alunos da 2ª, 3ª, 4ª e 5ª séries, que procuraram utilizar o tempo de forma criativa e inteligente, aproveitando a arte como fonte de conhecimento, entretenimento e prazer.
Parabéns ao grupo e esperamos outras iniciativas desta em nossa escola.

sábado, 15 de novembro de 2008

Histórias que valorizam a cultura e a identidade negra.

Em Maringá, nos dias 16 à 23 de novembro, acontecerá a SEMANA ZUMBI DOS PALMARES com a finalidade de promover a igualdade racial. As turmas do 1º ano, 1ª e 2ª séries da escola, participarão da contação de histórias africanas que ocorrerão nos espaços das bibliotecas públicas. Os alunos irão apreciar as seguintes histórias:

1. "Menina Bonita do Laço de Fita", Ana Maria Machado, Editora Ática - Ela tinha o olho igual a uma azeitona. Era preta como uma jabuticaba e adorava comê-las. Ana Maria Machado colocou no livro sempre essa frase: "menina bonita do laço de fita". Isso deixou o livro legal. Ela queria que seu coelho fosse preto... E seu coelho não ficou preto, “mas teve filhos de todas as cores... e muitas mais coisas”.

2. "Por que a galinha d'angola tem pintas brancas" - fábula africana que pertence ao livro "Outros contos africanos para crianças brasileiras" de Rogério Andrade Barbosa, Edições Paulinas. Essa história, de forma divertida, explica as pintas brancas da galinha d'angola.

Mas, existem tantas outras histórias que encantam, educam, divertem e nos levam a pensar e refletir são elas:


3. Histórias da Preta, Heloisa Pires Lima, Editora Companhia das Letras - Como é ser negro aqui neste país? Faz diferença ou tanto faz? Uma recordação da infância, um conto sobre o Deus que dormiu debaixo da árvore, uma experiência de racismo: de história em história, a Preta vai contando com quantas cores se faz uma pessoa negra.

4. A Cor da Ternura, Geni Mariano Guimarães, Editora FTD – O livro é rico em imagens e aborda a trajetória de Geni, garota negra, numa sociedade de valores voltados para o branco.

5. Gosto de África - Histórias de Lá e Daqui, Joel Rufino dos Santos, Editora Global - Histórias daqui e da África, contando mitos, lendas e tradições negras. Com um olhar crítico e afetuoso, o livro fala também de personagens da história do Brasil e de um tempo de escravidão, luta e liberdade, ajudando a compreender nossa cultura.

6. Jogo das Diferenças - O Multiculturalismo e Seus Contextos, Luiz Alberto Gonçalves e Petronilha B. Gonçalves e Silva, Editora Autêntica - O conhecimento historicamente produzido no contexto universal nos remete a afirmar que as escolas rurais não estão descoladas do todo. A existência e a necessidade dessas escolas devem ser entendidas como formas articuladas do movimento da totalidade.

7. Racista, Eu!? De Jeito Nenhum, Maurício Pestana, Editora Escala - Pestana iniciou seu trabalho há mais de duas décadas, no jornal O Pasquim. Seu olhar crítico e consciente sempre esteve atento aos problemas dos brasileiros, especialmente na questão do racismo. Em Racista eu!? De jeito nenhum, ele reúne vários cartuns publicados em sua carreira sobre a temática do racismo.

8. Felicidade Não tem Cor, Julio Emílio Bráz, Editora Moderna - Mostrando os sentimentos de um menino negro em relação a seus colegas e a sua família, o livro traz à tona a questão do preconceito. A boneca de pano, no papel de narradora, imprime à questão um tom ao mesmo tempo bem-humorado e filosófico, de quem sente na pele o problema, mas o analisa sob outro ponto de vista. Na trilha do preconceito racial, diversas atitudes preconceituosas, algumas quase imperceptíveis porque rotineiras, vão revelando outras vítimas: os muito magros, os gordos, os incapacitados fisicamente. Neste sentido, o livro é um alerta à consciência do leitor. E uma lição sobre o valor da auto-estima e das atitudes positivas.

9. Doce Princesa Negra, Solange Azevedo Cianni, Memórias Futuras Edições - Quando a graciosidade africana toma conta de nosso imaginário, sentimos a força da beleza dos povos negros. Doce princesa negra sugere essa lembrança, de uma África que não podemos esquecer.

10. Felicidade Não tem Cor, Julio Emílio Bráz, Editora Moderna - Mostrando os sentimentos de um menino negro em relação a seus colegas e a sua família, o livro traz à tona a questão do preconceito. A boneca de pano, no papel de narradora, imprime à questão um tom ao mesmo tempo bem-humorado e filosófico, de quem sente na pele o problema, mas o analisa sob outro ponto de vista. Na trilha do preconceito racial, diversas atitudes preconceituosas, algumas quase imperceptíveis porque rotineiras, vão revelando outras vítimas: os muito magros, os gordos, os incapacitados fisicamente. Neste sentido, o livro é um alerta à consciência do leitor. E uma lição sobre o valor da auto-estima e das atitudes positivas.


Mãos às Obras!


Semana da Consciência Negra

VAMOS PENSAR UM POUCO?

Premiado comercial contra a intolerância racial e a favor do respeito pelas diferenças. Viva todas as cores do mundo!

VIVA AS DIFERENÇAS!

Cuidando e preservando o lugar em que vivemos...

Entendemos que a Educação Ambiental não é uma matéria à parte para ser somada aos programas educacionais, muito menos, um projeto a ser desenvolvido em ocasiões pré-determinadas, mas sim, como uma dimensão que deve ser integrada ao currículo para ser desenvolvida por todas as matérias. Incorporamos em nosso dia-a-dia as preocupações ambientais de estudiosos e procuramos realizar no cotidiano escolar reflexões que possam levar os alunos a entender nossa responsabilidade em cuidar e proteger de todo o tipo de vida existente ao nosso redor. Levá-los a entender a complexidade dos problemas do meio ambiente, percebendo-os em sua totalidade e principalmente enxergar e formular soluções com vistas às necessidades sociais. A finalidade deste trabalho, consiste em entender e divulgar que cuidar da Terra é cuidar e melhorar do lugar e do entorno em que vivemos. As atividades realizadas na escola referente à Educação Ambiental iniciaram-se tímidas, simples, pequenas, isoladas, sem muita pretensão, mas ao longo do desenvolvimento os resultados obtidos nos mostraram a validade e a importância de darmos continuidade a este trabalho, uma vez que a mudança de uma cultura por outra não se dá de um dia para o outro. Atualmente, ganhamos novos parceiros e aliados e gentilmente os alunos da escola são reconhecidos como os “Defensores do Meio Ambiente!”.
Sabemos que o planeta Terra no decorrer de sua existência sofreu inúmeras transformações, todas elas provenientes de suas próprias modificações. Porém, a espécie humana em menos de três décadas alterou drasticamente as relações estabelecidas na biosfera, assim acreditamos que os nossos alunos se depararão com problemas mais sérios e caóticos dos que estamos hoje vivenciando, e que precisam de conhecimentos científicos e tecnológicos para romper um pouco com a forma como tratamos o meio em que vivemos e garantindo assim a existência das futuras gerações.